PROGRESSIVAS

Nas máquinas progressivas a ação humana do atirador sempre será apenas: mexer avalancha e colocar os projeteis com a mão, inclusive existe até customizações que fazem essas funções.
Tanto a inserção do estojo, quanto da espoleta ocorrem de forma automática durante as operações. O estojo é introduzido de forma automática no shell plate.
Essas prensas normalmente são mais complexas quando se tratam de mecanismos, suas trocas de calibres são mais caras e trabalhosas, uma vez que é necessário um cabeçote para deixar os dies já regulados (isso evita o trabalho de regular o die sempre que mudar de calibre), um kit de conversão (shell plate e peças) e o próprio conjunto de dies. Carecem de mais manutenção e atenção aos componentes a fim de evitar falhas durante a produção. É a máquina indicada ao atirador que necessita de alta produção, que participa de competições de ISPC ou atividade de instruções de tiro. A melhor máquina nesse seguimento é a Dillon 650 XL por conta de sua qualidade consagrada e a facilidade para a troca dos calibres. Existem outros modelos mais baratos como a Lee Loadmaster e Pro 1000 que também são progressivas, mas sua usabilidade e funcionalidade nem de longe chegam perto da Dillon 650 XL